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plante arroz...
Se planejar para dez anos,
plante uma árvore, mas...
Se planejar para 100 anos:
Eduque as pessoas!

Provérbio Chines

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Abandono infantil! A maior das maldades de um ser humano...

Estava dando uma olhada na net e, me deparei com algumas notícias que ainda me chocam e, causam tamanha repulsa que, decidi escrever sobre para desabafar... Aproveitando inclusive o texto tmb postado do amigo conforme link abaixo:

Nos dias de hoje, com todo o suporte que temos (em comparação a anos atrás claro, mas ainda precárias sendo um país de terceiro mundo...isso claro é assunto pra outro post!), mães ainda abandonam seus filhos? Nos deparamos com pessoas (pois a responsabilidade de estrutura familiar é responsabilidade de ambos, pai e mãe) que sem nenhum tipo de discernimento entre o que é correto ou não ainda abandonam seus filhos.


Isto sempre me afetou muito mas, agora que perdi recentemente meu bebê, leio notícias do tipo com tanto rancor. Sempre vem aquele pensamento: Como há em uma pessoa a coragem de jogar seu filho em uma lixeira, bueiro ou poço, enfim...Quem me derá ter meu anjinho aqui!?

Mas...
Em uma delas, São Paulo foi destacada como "líder no abandono de bebês (maio/2011)". Mesmo com o número de casos crescentes até agora, não se tem uma política específica para lidar com estes casos pois, não há estudos para identificar casos em potencial e, orientação e acompanhamento nos casos de suspeitas de que algo neste sentido possa ocorrer. 
E, até as notícias a respeito, informação na net dos orgãos competentes são escassas para estes casos. Datam dos anos anteriores. Mas sabemos que ocorrem frequentemente pois, caso contrário, os orfanatos não estariam lotados. Certo?

A explicação para a falta de procedimentos a serem tomados é explicada pelo órgão controlador das políticas públicas voltadas a esse público no Estado não possui até hoje diagnóstico tanto nos casos de abandono como de qualquer outro tipo de vulnerabilidade de crianças. Sendo assim não há como adivinhar que uma mãe terá depressão pós parto.


Vamos imaginar:

O governo realmente não dá nenhum suporte para acompanhamento nos casos em que, em situações normais (em que se é feito o pré natal, acompanhamento básico da gestação) ocorrem como indícios de depressão pré parto ou pós parto. Mas assim como em outros crimes, realmente é muito complicada a abordagem por algo que ainda não foi feito...as suspeitas de que uma mãe pode abandonar seu filho não dão poder para que haja nenhuma ação efetiva.
Segundo o juiz Raul José de Felice, titular da Vara de Infancia e Juventude de São Paulo, a ausência de estatísticas por parte do Estado é prejudicial no combate ao abandono. Evitando o sofrimento das crianças e, a camuflagem dos fatos.

A grande verdade é que o governo ainda acredita que investimentos são apenas OBRAS para serem vistas quando transitamos pelas cidades. O bem estar, saúde e dignidade da população assim como sua segurança sempre ficaram em segundo plano e, este é um dos resultados (trágicos) deste descaso com a população no geral.

Tenho a impressão que o governo realmente se importa é com o fato de ter que arcar com os custos de mais uma criança abandonada do que com a brutalidade do ato criminoso em si.

Mas, aí também me surge a questão:

São, na maior parte dos casos, 9 meses pra uma criança nascer...Ninguém consegue se isolar do mundo por este período. Ou seja, mais pessoas tem o conhecimento da gravidez... familiares, amigos...colegas de trabalho...enfim...
Como que não denunciam quando percebem o que ocorreu? Afinal, estes que são abandonados são também sobrinhos, netos, primos...

Acostumamos a nos calar por tantos motivos que nos calamos até quando o bem estar de um ente está em jogo. Muitas vezes, também nos acostumamos a transferir a responsabilidade dos atos criminosos áqueles que não o punem mas, também é responsabilidade dos próximos denunciar.

Em recente julgamento no Rio de Janeiro, a punição dada a mãe por, após dar a luz á uma criança no banheiro de sua casa, a colocou em um saco plástico e pediu a sua irmã que o levasse dali. O bebê foi encontrado a beira de um Rio por cães. O crime aconteceu em dezembro de 2008 e foi julgado no ultimo dia 07 de agosto/2011. A "mãe" recebeu a pena de 7 anos e 4 meses de reclusão em regime semiaberto por tentativa de homicídio. A irmã neste caso, não foi julgada pois tinha 16 anos na época.

Tirem suas próprias conclusões desta punição...A minha é de que este é o maior dos absurdos!

"Tenho muito medo do ser humano as vezes...Porque realmente não há aquilo que ele não seja capaz!"

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